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progrAMAS

Consulte aqui a programação do AMAS - Auditório Municipal António Silva
​[What's on at AMAS - Auditório Municipal António Silva]

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2026

JANEIRO

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* sessão com conversa com o público após o espetáculo de 30 de janeiro
** transmissão em direto e em simultâneo no palco virtual do teatromosca na BOL a 30 de janeiro
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[SINOPSE]
Sessenta e três anos depois de ser proibida a importação de escravos para a metrópole, numa velha propriedade no meio do Alentejo, uma família de descendentes de escravos libertados fez sua a casa dos seus antigos donos. Num dia cinzento, aparece à porta uma rapariga que se irá revelar a viúva de Rómulo Bensaude que, fugida das colónias do Brasil, ali vem procurar refúgio e nova vida. Uma história de libertação coletiva, mas também da prisão individual em que a jovem Cândida vive com o seu passado colonial. Começa assim uma luta entre o passado e o presente, para perceber a quem pertence, de facto, a propriedade d’O Cicómero.
M/12

FEVEREIRO

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[SINOPSE]
Uma noite única, onde convidamos o público a sentir a paixão da voz e a cumplicidade de movimentos, num espetáculo onde cada nota musical encontra o seu par perfeito num gesto de dança, num tom vocal, celebrando a linguagem universal que nos une a todos, o Amor. 

[FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA]
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Direção musical: Maestro Ricardo Lameiras | Com participação: Beatriz Silva na voz e da Academia Sulydance na dança
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M/6
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> ESTREIA MUNDIAL <

[SINOPSE]
Num formato inovador, cruzando as mais distintas disciplinas artísticas, o projeto procura celebrar a colaboração internacional entre quatro parceiros artísticos de três países distintos: Leirena Teatro e teatromosca (Portugal), e as companhias de dança Colectivo Glovo (Espanha) e Kekäläinen & Company (Finlândia).

​[Ficha Artística]
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Textos: Kari Hukkila | Criação: Fran Martinez, Fred da Cruz, Milene Fialho e Sanna Kekäläinen | Direção artística: Sanna Kekäläinen | Tradução: Margarida Madeira | Interpretação: Fran Martinez, Fred da Cruz, Milene Fialho e Sanna Kekäläinen | Banda sonora original: Surma 
 A Classificar pela CCE
  • 12 a 14 de fevereiro espetáculo com o seguinte elenco: Fran Martinez, Fred da Cruz, Milene Fialho, Sanna Kekäläinen e com música ao vivo de Surma
  • 26 de fevereiro a 7 de março espetáculo com o seguinte elenco: Milene Fialho
​🗣️ conversa com o público após os espetáculos de 13 de fevereiro e 5 de março
🎥 transmissão em direto e em simultâneo no palco virtual do teatromosca na BOL nos dias 13 de fevereiro e 5 de março

MARÇO

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[SINOPSE]
Muitos acham que as árvores são solitárias. Essa perceção cai literalmente por terra a partir de novas pesquisas científicas: analisando o solo onde elas vivem, os cientistas descobriram que há uma espécie de rede subterrânea de fungos que liga as árvores que estão próximas - uma espécie de internet vegetal. Por meio desta rede, as plantas trocam nutrientes e mensagens de alerta, por exemplo, quando se sentem ameaçadas. Mas, assim como a internet, esta rede também tem seu lado obscuro e, por meio dela, uma planta pode sabotar a outra, por exemplo, roubando nutrientes. Procuramos não só a metáfora entre o crescimento das árvores e dos seres humanos – o que se vê e o que não se vê – bem como, de acordo com as recentes descobertas, exploramos as ideias de comunidade, de entreajuda e solidariedade.
M/3
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[SINOPSE]
Filmes que dão colo aos primeiros olhares e despertam a curiosidade através da cor, do som e do movimento.  

A Monstrinha Baby apresenta um programa cuidadosamente selecionado para famílias com bebés e crianças até aos 3 anos de idade, numa sessão com muitas cores, aventuras, música e movimento. Num ambiente descontraído, convidamos as crianças e os pais a desfrutar de uma viagem bem animada, por mundos e personagens simples e encantadores, com filmes divertidos mas também contemplativos. 

Para todos
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[SINOPSE]
Filmes que despertam a imaginação e convidam à descoberta dos primeiros mundos animados.
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Pensada para crianças a partir dos 3 anos e dobrada em português para facilitar a compreensão, esta sessão leva os mais pequenos a descobrir o poder da animação, numa arte em que tudo é possível. Com filmes que enaltecem a aprendizagem através da prática, o cuidado pelo outro, a consciência do perigo existente à nossa volta, o sentimento de pertença, a família e o desejo, estes filmes convidam o público a embarcar numa viagem animada por vários universos, com muitas cores, personagens e imaginação.
 M/3
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[SINOPSE]
Filmes que unem gerações e inspiram a reflexão sobre o mundo e as emoções.
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Através de diferentes mundos, histórias e técnicas, este programa, pensado para miúdos e graúdos, convida não só a momentos de diversão, mas também de contemplação. Nestes filmes, o público encontra mundos imaginários mas também pontos de contacto com o mundo real, promovendo a construção e reflexão sobre os conceitos de amizade, medo, descoberta, tolerância e família.

M/6
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Por ocasião da celebração do centenário do nascimento de John Berger (1926–2017), escritor, pensador e crítico de arte cuja obra continua a inspirar gerações, o teatromosca associa-se ao movimento global que levará à organização de um conjunto de ações que visam homenagear John e a sua prolífica obra, através de um ciclo de iniciativas que decorrerá no AMAS - Auditório Municipal António Silva, no Cacém (Sintra), dedicado à diversidade e à atualidade do seu legado.

No dia 27 de março, acolherá uma (re)encenação de "Dog Art", a partir do romance "King - A Street Story", deste escritor inglês, dirigido por Pedro Alves. No dia 28 de março, haverá uma conversa sobre este autor, para além de leituras de alguns dos seus textos e, à noite, será projetado um documentário de 4 realizadores sobre John Berger.

​ENTRADA LIVRE...

CICLO JOHN BERGER
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* espetáculo inserido no CICLO CENTENÁRIO JOHN BERGER
* conversa inserida no CICLO CENTENÁRIO JOHN BERGER
** transmissão em direto e em simultâneo via ZOOM e YouTube
ENTRADA LIVRE MEDIANTE INSCRIÇÃO
ENTRADA LIVRE MEDIANTE INSCRIÇÃO
[SINOPSE]
King, o cão-narrador, guia-nos até Saint Valéry — um terreno baldio à beira de uma qualquer cidade europeia — onde o casal Vico e Vica encontra refúgio entre os destroços da civilização, carrinhas abandonadas, lixo e memórias do que já foram. Adaptado do romance "King - A Street Story", de John Berger, o espetáculo revela a fragilidade e a resistência de quem vive à margem, refletindo sobre a desumanização crescente das cidades e o esquecimento a que são votados os mais frágeis. Berger dá voz a um cão para que ele possa falar pelos que já não a têm. E é nessa voz — bruta, sincera, comovente — que se desenha esta história sobre o abandono, a esperança e a necessidade de compaixão. Uma história brutal e poética sobre dignidade, sobrevivência — e sobre o que resta de humano quando a hora seguinte é tudo o que podem esperar.
[SINOPSE]
Conversa sobre as ligações de John Berger com diferentes disciplinas artísticas, revelando o diálogo constante que foi alimentando entre a Literatura, as Artes Performativas e a Imagem, com convidados como o crítico de teatro João Carneiro, o tradutor Júlio Henriques, a atriz e encenadora Teresa Coutinho e o encenador e diretor artístico do teatromosca, Pedro Alves. O evento completa-se com leituras públicas de textos do autor, alguns inéditos em Portugal.
M/12
M/12
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* filme inserido no CICLO CENTENÁRIO JOHN BERGER
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[SINOPSE]
Quatro ensaios retratam o escritor, pintor e crítico de arte britânico John Berger, que viveu durante décadas em Quincy, nos Alpes franceses. É aí que ele recebe amigos e cúmplices artísticos: a actriz Tilda Swinton, o realizador Christopher Roth, o músico Simon Fisher Turner e o escritor Colin MacCabe, com quem partilha silêncios e reflexões sobre arte, política ou a vida rural.
M/12

ABRIL

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[SINOPSE]
Muros, cercos, fronteiras, prisões… Jaulas, gaiolas, galinheiros. Nos últimos anos muitas têm sido as reflexões do Teatro Estúdio Fontenova sobre estes enclausuramentos, sejam relacionados com os direitos à terra e ao corpo, sejam na privação de direitos humanos e democracia. Continuamos este questionamento ligando pontas do passado ao futuro. Abordaremos aqui três manifestações de prisão: experiências em estabelecimentos prisionais, guerras e conflitos sociais e territoriais, e metáforas que refletem prisões mentais e comportamentais.
M/12
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ENTRADA LIVRE MEDIANTE INSCRIÇÃO
[SINOPSE]
“Eva” é um espetáculo concebido pela Companhia de Dança “NONA Companhia” que reflete sobre a condição da mulher contemporânea. O projeto parte de uma perspetiva artística e coreográfica para abordar temas universais como a identidade, a liberdade, a força coletiva e os desafios sociais e culturais que moldaram o papel da mulher até aos dias de hoje. “Eva” não procura contar uma história única, mas antes levantar questões e estimular a reflexão crítica dos espetadores. Através do corpo em movimento, do cruzamento de estéticas e da força expressiva da dança, o espetáculo constrói um espaço de diálogo que convida o espetador a revisitar a sua própria perceção sobre a mulher no mundo contemporâneo.
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MAIS INFO
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[SINOPSE]
No dia 18 de abril, a partir das 21h, o AMAS – Auditório Municipal António Silva recebe uma noite dedicada ao Rap Crioulo, afirmando-se como um espaço de encontro entre reflexão e criação artística no contexto da cultura hip-hop da Linha de Sintra. Organizado pelo teatromosca em parceria com os próprios artistas locais, o evento propõe uma abertura em formato de conversa com a participação de Ghoya, LBC e António Brito Guterres, onde se cruzam perspetivas sobre o hip-hop e o rap crioulo, os percursos individuais e coletivos dos artistas e o papel da cultura dita (sub)urbana enquanto ferramenta privilegiada de expressão e resistência. Este momento inicial, que terá por título "Viver em Sintra", dará lugar a performances ao vivo de dois artistas locais, Double Face Guns e Real Guns, culminando ainda num formato dinâmico de batalha de rimas com convidados. A noite terminará com DJ set de Wize27 e Billings.

A organização deste evento inscreve-se numa lógica programática do teatromosca e do AMAS, privilegiando a diversidade, a pluralidade e a democratização do acesso e da produção cultural, em linha com abordagens que sublinham a importância de reconhecer as práticas culturais que alguns dizem "periféricas" e assumir a sua centralidade na construção de identidades urbanas, especialmente, pertinentes no território sintrense. Procuramos valorizar o "hip-hop tuga" enquanto espaço de agência, memória e crítica social, acreditando que esta noite poderá configurar-se como uma plataforma que articulará a criação artística, o pensamento crítico e a participação comunitária.
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[SINOPSE]
Gostas de rock? Então esta noite é para ti!

cul-de-sac
Um beco sem saída. E quando a vida encontra uma parede e a monotonia toma conta dela, irá para sempre se querer soltar.
Nascido de um sentimento de revolta contra a condição da vida moderna nos subúrbios, cul-de-sac procura abrir o estojo de emoções nascido dessa vivência onde coexistem a ansiedade, a desestruturação, a raiva, o amor e o desamor. E é dessas conceções que o som irrompe e se harmoniza com a Língua Portuguesa, para escapar desses becos por onde nos encontramos. Em novembro de 2025, a banda lança o single Corujas ? Pássaros que integra o seu 1º EP, Com Licença, Poética, lançado a título independente no inicio de 2026.

cul-de-sac são Gil Rodrigues (Bateria), Ricardo Pimenta (Saxofone e Sintetizador), Smile (Baixo/Guitarra) e Tiago Pinto (Guitarra e Voz)

Adoro Protocolo
Adoro Protocolo tem andado a matutar. O protocolo resiste à mudança, preza pela consistência, mas entramos no novo ano e falha a continuidade. Mantém-se o jazz, o noise, o rock, mantém-se o improviso, mantém-se o prazer pelo tocar e ouvir, mas resvala algo na ordem pré-estabelecida. Surgem novos interesses. Escapa-se o que se quer deixar escapar. Abre-se uma fenda: não fujam à infiltração.

MAIO

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[SINOPSE]
No dia 9 de maio, Agualva-Cacém acolherá um "Festival de Cavaquinhos", iniciativa organizada pelo teatromosca e pelo Grupo de Teatro Sénior Jovens Grisalhos, celebrando um dos mais queridos patrimónios sonoros de Portugal. 
 
Instrumento de raízes populares, o cavaquinho, com origem nos antigos instrumentos de corda trazidos pelos navegadores, tornou-se símbolo do que podemos designar por "música tradicional portuguesa". Presente no folclore ou no fado, o cavaquinho mantém viva a ligação entre gerações e, em Sintra, tem tido uma presença vibrante, especialmente entre a população sénior, que preserva memórias e práticas de convivência em torno deste pequeno instrumento de quatro cordas. Este festival propõe revisitar essa tradição com alegria, reunindo tocadores de todas as idades para partilhar histórias e melodias. Para além de artistas e agrupamentos locais, o evento, que decorrerá no AMAS - Auditório Municipal António Silva, a partir das 17h, encerrará em grande estilo, às 21h, com um inspirador concerto de O Gajo, mestre da viola campaniça. Pelo meio, haverá ainda um lanche comunitário organizado pelos membros dos Jovens Grisalhos. 
 
Vem celebrar a sonoridade especial do cavaquinho e o espírito comunitário!
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[SINOPSE]
Nancy, Kris, Quentin, Jesse e Dean vivem em Elm Street. Durante a noite, todos têm o mesmo sonho - um homem com uma camisola vermelha e verde, listada, com um velho chapéu a tentar esconder uma cara desfigurada e uma luva com lâminas na mão direita. E todos ouvem aquela assustadora voz... Um por um, os amigos são aterrorizados nos seus sonhos, onde esta presença dita as regras. Quando acontece uma morte violenta, eles apercebem-se que o que acontece nos sonhos, acontece também na vida real, e a única maneira de se manterem vivos é não dormirem...

 Wes Craven criou um clássico do terror que deu origem a uma das mais terríveis personagens da história cinematográfica. Robert Englund encarna o inconfundível e macabro Freddy Krueger, assassino horrivelmente desfigurado que aterroriza os sonhos de um grupo de adolescentes, entre eles o ator Johnny Depp, na sua estreia em cinema.
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[SINOPSE]
Pelos corredores das noites mais sombrias de comédia, foram criadas as famosas noites de humor negro do Chiado Comedy Club, onde nasceu este grupo de comediantes que partilham este amor em comum: Humor Negro. Escrevem sobre a desgraça, aproveitam-se do palco como solo sagrado, onde não há tabus e onde as verdades inconvenientes são ditas. Tudo é abordado sem limites, sem escrúpulos, tendo como principais temas a morte, discriminação social, doença, violência, homofobia, genocídio, entre outras coisas engraçadas para se fazer no planeta terra.  Para quê chorar da desgraça se podemos rir dela? Para eles, só existem 3 regras: senta-te como um paraplégico, bate palmas como se tivesses parkinson, ri-te como se tivesses síndrome de down.
M/16
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🗣️ conversa com o público após o espetáculo de 22 de maio

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[SINOPSE]
"O Meu Amigo Freddy Krueger" é um solo de teatro escrito, interpretado e encenado por André Murraças, inspirado na sua adolescência. Fala sobre um jovem nos anos 90 que se refugiava nos filmes de terror para fugir do mundo real. O espetáculo aborda temas como o bullying, a gordofobia e a homofobia através de um relato honesto sobre a vida nos liceus, a maldade dos outros e a dificuldade em lidar com a diferença em ambiente de escola. Ao encontrar um universo paralelo nos filmes "Pesadelo em Elm Street", onde vivia uma personagem horrível – o terrível homicida Freddy Krueger, que atacava jovens estudantes, o jovem rapaz sentiu-se menos sozinho no mundo...
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[SINOPSE]
O AMAS – Auditório Municipal António Silva acolhe um ciclo dedicado à Cultura Sul-Coreana, com especial destaque para o cinema, a música e a dança, propondo um encontro com este país asiático, que tem vindo a afirmar-se de forma marcante no panorama cultural internacional. 

Durante dois dias convidamos os públicos a (re)descobrirem algumas das expressões artísticas, sensibilidades e narrativas deste país e desta cultura, num espaço de partilha que pretende celebrar o diálogo intercultural, reafirmando o AMAS também como ponto de encontro de culturas e comunidades.  

JUNHO

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[SINOPSE]
O meu filho é um urso fala-nos de um nascimento, que ainda não aconteceu, mas que esperamos que venha a acontecer. Este nascimento é daqueles tipo o de Jesus, parece que vem elucidar umas quantas mentes adormecidas e a cheirar a mofo. Não prometemos que essas mentes despertem do seu sono alucinado profundo.

A fealdade de abandonar mongos é a celebração de Crip Phenomenon. 

Teatro Duas Senas e Born2Fail juntam-se para contar histórias, ambos, os dois grupos em conjunto, carregam, pisam e esmagam a realidade destas histórias nas nossas caras, corpos, ouvidos, olhos e quem sabe… corações!

Maria está no centro desta trama, não tivesse ela o nome da progenitora, a mãe virgem, de grande parte da humanidade. Maria e José apaixonam-se profundamente, numa escola que nos parece retirada de qualquer série juvenil de uma qualquer plataforma de streaming, ou achamos mesmo que eles estão a imitar os Morangos com Açúcar ou será a Malhação? Um deles será… Os jovens desta escola têm famílias que vamos conhecer de uma forma, que provavelmente não estávamos à espera. Elas parecem famílias, mas não temos bem a certeza se o são ou não… Estamos confusos com o conceito de família.

Família - Nome feminino. 1. conjunto de pessoas com relação de parentesco que vivem juntas; 2. grupo de pessoas formado pelos progenitores e seus descendentes; linhagem, estirpe; 3. grupo de pessoas unidas pelo vínculo do casamento, afinidade ou adoção; 4. grupo de pessoas com origem, ocupação, ou outra característica em comum.

Vivem juntos, são progenitores de uma estirpe, já se podem casar, e consequentemente, podem adoptar e têm características em comum, são Crips! Por isso, sim, afinal são famílias. Estas famílias contam histórias, muitas histórias, conversam enquanto tomam o café da manhã ou chá às cinco e conversam sobre como a vida em Moscovo é que era.

José (Zé) - o pai do urso, Maria - a que dá à luz, Teresa - a louca, Manel Caim - o anjo salvador, Zeca - o abandonado, Júnior - o que abandona, Cláudia - a irmã mais nova, Flávia - a irmã mais velha, Vargas - o invadido, Henrique - o amigo, Felisberta - a bad bitch in love, Raquel - a filha da puta, Joca (Jó) - o vilipendiado, Nélson - o fumante, Stefan - o pecador, Gonçalo (Bacalhau) - o pecadó-judas, são as personagens desta telenovela feita ao vivo e sem câmaras, e sem bastidores, e sem cortes, e sem privacidade, e sem esconderijos, e sem truques ou segredos, prometemos que assim será!

O meu filho é um urso ou a fealdade de abandonar mongos tinha o objetivo de falar sobre o amor que devíamos dar aos ursos, mas esse objectivo ficou a meio, pois estamos perdidos à procura de pessoas que queiram, realmente, perceber o que temos para dizer. 
O meu filho é um urso ou a fealdade de abandonar mongos é um anti-espectáculo, não pretende sacar palmas a ninguém, nem sequer sabemos se confiamos o suficiente em vocês para partilhar o que sentimos, mas como Ursos esperançosos, damo-vos o benefício da dúvida e deixamos nas mãos do universo. 

Toma Universo, aqui tens: um bastão e uma venda. Sê bem-vindo ao Crip Phenomenon!
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[SINOPSE]
Werner Herzog lança um olhar sobre mais uma paisagem misteriosa – o cérebro humano –, procurando perceber como é que um pedaço de tecido é capaz de dar origem a pensamentos e sentimentos profundos ao mesmo tempo que pondera as implicações filosóficas, éticas e sociais da neurotecnologia em rápido desenvolvimento. Uma road trip ao cérebro cujo mote é o seu fascínio e mistério. O que será um cérebro no futuro? Será possível ler a mente? Que implicações terá a tecnologia na mente humana? Herzog guia-nos neste enigma.
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🗣️ conversa com o público após o espetáculo
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[SINOPSE]
VØID explora o significado do abraço na sociedade atual. Inspira-se em conceitos sobre lugar e não-lugar de Marc Augé. Propõe-se com VØID uma reflexão sensível sobre a comunicação e as possibilidades de conexão em espaços liminares. 
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[SINOPSE]
Duas noites ao ar livre dedicadas aos Clássicos da Disney. Vem ter connosco à entrada principal do Shopping Cacém e desfruta dos filmes "Fantasia" e "A Bela e o Monstro". É imperdível!

Fantasia
Uma deslumbrante sucessão de pequenas histórias acompanhadas por grandes momentos de música clássica pela Orquestra de Filadélfia, incluindo "O Aprendiz de Feiticeiro", com música de Dukas e onde o rato Mickey quer imitar o grande feiticeiro seu mestre. Outros momentos notáveis são "A Dança das Horas" de Ponchielli, onde dançam crocodilos e hipopótamos, e "A Sagração da Primavera" de Stravinski, ilustrando o fim dos dinossauros.

A Bela e o Monstro
É um dos mais conhecidos contos de fadas e um dos mais bem sucedidos filmes de animação da Walt Disney. "A Bela e o Monstro" conta a história de uma bela rapariga que oferece a sua companhia a um monstro para salvar o pai das suas garras. Mas o monstro é na realidade um príncipe sob um feitiço que lhe lançaram por ser egoísta. Esse feitiço só será quebrado se alguém o amar verdadeiramente, apesar da sua aparência monstruosa. "A Bela e o Monstro" recebeu os Óscares de Melhor Música e Melhor Canção e foi nomeado (facto inédito num filme de animação) para Melhor Filme pela Academia de Hollywood. 

SETEMBRO

26 setembro > 16h
EMERGIR 
[teatro de marionetas]

[SINOPSE]
No âmbito da MIMMOS - Mostra Internacional de Marionetas, Máscaras e Objetos de Sintra, pelos Valdevinos Teatro de Marionetas

OUTUBRO

2 OUTUBRO > 21h
O ESCAFANDRO E A BORBOLETA
[CINEMA]

realizado por Julian Schnabel 
​M/16 | 112 minutos
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[SINOPSE]
A 8 de Dezembro de 1995, um acidente vascular cerebral (AVC) mergulha o jornalista Jean-Dominique Bauby num coma profundo. Ao acordar, descobre que todas as suas funções motoras estão deterioradas. Está encerrado no seu corpo - apenas consegue controlar o movimento de um olho. E será esse órgão a sua ligação com o mundo e com a vida. Será a piscá-lo que começa por indicar "sim" ou "não" até avançar para a sinalização de letras do alfabeto, construindo palavras e frases. Será assim também que escreverá "O Escafandro e a Borboleta", cujas frases memorizou antes de ditar. Esse livro e este caso verídico estiveram na base do filme protagonizado por Mathieu Amalric e realizado por Julian Schnabel, que conquistou o prémio de melhor realizador em Cannes 2007.

Este filme será exibido no AMAS em ligação ao espetáculo "Teoria da Bolacha", com texto de Daniele Aureli e encenação de Mário Trigo, coproduzido pelo teatromosca e pela HIPÉRION Projeto Teatral, que estreará no dia 8 de outubro, às 21h. A seguir ao visionamento do filme, será dinamizada uma conversa com o público e a equipa desse espetáculo.

24 OUTUBRO > 21h
PETRA
[CINEMA]

realizado por Jaime Rosales
​M/12 | 107 minutos
exibido em parceria com o Cineclube de Sintra 
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[SINOPSE]
Um drama intenso sobre uma família desestruturada num filme do cineasta catalão Jaime Rosales.
Petra é uma jovem artista que nunca conheceu o pai nem soube ao certo quem ele era. Após a morte da mãe decide ir à sua procura. O que encontra não é propriamente animador: a sua busca leva-a até Jaume, um artista plástico famoso, poderoso e implacável. Jaume aceita acolher Petra numa residência artística no seu atelier, algures nos arredores de Girona, onde acaba por conhecer Marisa, a mulher de Jaume, e o filho Lucas. Na expetativa de obter respostas e descobrir a verdade, a jovem aproxima-se da família, mas à medida que vai investigando, vão sendo reveladas mentiras, violência e omissões.
Encontrará Petra aquilo que procura?


Este filme será exibido no AMAS em parceria com o Cineclube de Sintra e em ligação ao espetáculo "Matadouro", com texto de Jules Sagot e encenação de Lisa Hours, coproduzido pelo teatromosca e pelo coletivo francês Les Bâtards Dorés, que estreará no dia 12 de novembro, às 21h. A seguir ao visionamento do filme, será dinamizada uma conversa com o público, a equipa desse espetáculo e elementos do Cineclube de Sintra.

31 OUTUBRO > a partir das 14h
maratona de CINEMA DE TERROR
[CINEMA]

em parceria com a Fábrica do Terror 

[PROGRAMA]
14h – MASSACRE NO TEXAS, de Tobe Hooper 
16h - EVIL DEAD 2 - A MORTE CHEGA DE MADRUGADA, de Sam Raimi 
17h30 - Conversa com diversos convidados 
19h30 - Jantar comunitário 
21h - O EXORCISTA, de William Friedkin 
23h - A MOSCA, de David Cronenberg 
00h30 - THE THING – VEIO DO OUTRO MUNDO, de John Carpenter 
02h15 - ALIEN – O OITAVO PASSAGEIRO, de Ridley Scott 

Maratona de Cinema de Terror realizada em parceria com a Fábrica do Terror. A programação poderá ainda vir a sofrer.

NOVEMBRO

12 a 21 novembro > 5ª a sábado > 21h
MATADOURO
[teatro]

texto original de Jules Sagot
encenação de Lisa Hours
cocriação teatromosca e Les Bâtards Dorés [França]
a classificar pela CCE  | duração a definir

[SINOPSE]
Uma companhia de teatro portuguesa e um jovem coletivo teatral francês unem forças para embarcar num projeto que se serve de conceitos relacionados com o “medo” para urdir as linhas dramatúrgicas orientadoras que levarão à criação de um espetáculo com quatro intérpretes, dois portugueses e dois franceses, que estreará em novembro de 2026, com banda sonora original de Calcutá.

Paula, uma jovem
podcaster de Lisboa, chega de Portugal para documentar o trabalho dos funcionários do matadouro Socopa-Viandes em Coutances, na Normandia. No entanto, o motivo principal da sua viagem à região é encontrar o seu primo, que vive a poucas horas de distância e com quem está em contacto há vários meses. Paula tem raízes francesas por parte da mãe. Na casa do primo, tudo é acolhedor: uma sala de estar acolhedora, porcelana, um tapete, um gato e um canário. Um refúgio. Aos poucos, vão desenterrando os segredos de uma linhagem marcada pelo incesto e pelos abusos, impunes e transmitidos de geração em geração; juntos, viajam no tempo, evocando o mito familiar. Paris, 1870. A cidade está cercada pelos prussianos. Dois pequenos criminosos escalam o muro do Jardim das Plantas e vendem a carne dos animais do jardim zoológico a um casal de restauradores. Abatem os animais, transformam-nos em patés e guisados ​​e, assim, fazem fortuna. Com a guerra perdida e a Comuna esmagada, precisam de se reinventar. Então, decidem abrir uma loja de brinquedos. 

​🗣️ conversa com o público após o espetáculo de 20 de novembro
🎥 transmissão em direto e em simultâneo no palco virtual do teatromosca na BOL no dia 20 de novembro

23 novembro a 4 dezembro 
marCOS DÚVAGO
[bolsa de Criação e Laboratório Criativo]

promovido pelo teatromosca e pelo Ponto Kultural / coletivo unidigrazz 

[SINOPSE]
Marcos Dúvago foi o artista transdisciplinar selecionado na convocatória para Bolsa de Criação e Laboratório Criativo que decorrerá em Sintra, no Ponto Kultural e no AMAS - Auditório Municipal António Silva.

DEZEMBRO

4 e 5 dezembro 
CICLO DE CINEMA DE ANIMAÇÃO PRODUZIDO EM PORTUGAL
[CINEMA E CONVERSAS]

promovido pelo teatromosca em parceria com o Festival MONSTRA
[SINOPSE]
Um ciclo que celebra o melhor do Cinema de Animação em Portugal, entre clássicos e novas descobertas, com projeções, encontros e conversas no histórico Estúdio Flores (atual AMAS - Auditório Municipal António Silva). Uma viagem animada para todas as idades, na cidade de Agualva-Cacém.

Mais informações aqui
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2027

JANEIRO

14, 15 e 16 de janeiro > 21h  
SOB PRESSÃO
[teatro]

a partir de "PERIGO: MEMÓRIA!" de Arthur Miller
encenação de Cristina Carvalhal
produção Causas Comuns
a classificar pela CCE  | duração a definir

[SINOPSE]
SOB PRESSÃO, nova criação de Cristina Carvalhal (a partir de PERIGO: MEMÓRIA! de Arthur Miller) apresenta-nos duas histórias aparentemente não relacionadas, onde três atores dão corpo a cinco personagens. Num primeiro momento, dois amigos de longa data, e de extratos sociais diferentes, debatem-se com as dificuldades inerentes ao passar dos anos. Tudo parece ter mudado muito e demasiado depressa, ou será só imaginação? Corta para: um homem estendido no chão, a filha acabou de ser assassinada. Uma inspetora da Polícia Judiciária tenta interrogá-lo. Ele fez a guerra no Ultramar, ela foi preterida na carreira por ser mulher. A linguagem cinematográfica, aqui empregue, rima com o pendor realista deste universo, apesar da figura espectral da filha morta deambular ainda pela casa. Ela é a narradora omnisciente deste díptico, uma espécie de cicerone. Afinal os mortos não esquecem, presos na roda do tempo, podem levantar alguns mantos de silêncio que teimamos em estender sobre o passado.
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29 E 30 DE JANEIRO > 16H
OS BARRIGAS E OS MAGRIÇOS
[TEATRO]

a partir do conto "Os Barrigas e os Magriços" de Álvaro Cunhal 
encenação de João M. Mota
produção Teatro Estúdio Fontenova
a classificar pela CCE  | duração a definir

[SINOPSE]
Recebemos esta história pelas mãos de um avô. E assim, lembrámo-nos das histórias dos nossos avós… Conta-nos Álvaro Cunhal nessa história sobre os Magriços que, assim como alguns avós trabalhavam muito, no campo e no mar, andavam descalços e não puderam ir à escola, também queriam um país melhor. E fala-nos sobre os Barrigas, aqueles que tinham muitas coisas, eram donos das terras, das leis e achavam que eram donos das pessoas. A partir do conto “Os Barrigas e os Magriços”, contamos a história de um país que era muito amarelo, tão amarelo que os sorrisos eram mais pequeninos que a palma da mão… Mas continuámos a caminhar até hoje, ou a correr, e embora já não encontremos tantos pés descalços, ainda há sapatos que se acham melhores que outros, e que até podem pisar alguns pés! Nesta maratona, em que também se sobe e desce, vamos cozinhar uma açorda a várias mãos todos debaixo do mesmo céu em cima do mesmo chão.

fevereiro

4 e 6 de fevereiro
Rebentos
[FILME E CONVERSA]

produção Claraboia Associação Cultural
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a classificar pela CCE  | duração a definir
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4 de fevereiro > 21H ( Sessão Para Adultos ) 
6 de fevereiro > 18H ( Sessão Para Jovens )


​​[PROGRAMA]
Countershot  /  2026 
Nico Lorenz 
( Alemanha > 3´ ) 

Direito a Caminhar / 2026
João Pedro Soares
( Portugal > 20´ )

Andar com Fé / 2025
Duarte Coimbra 
( Portugal > 13´ ) 

Espero que amanhã não chova / 2018
António Villar 
( Portugal >15´ )

House / 2025
Лиана Ниязгулова 
( Rússia > 4´ )

5 de fevereiro > 21H
complô
[filme e conversa]

encenação de João Miller Guerra  
produção Uma Pedra no Sapato 
M12  | 86 minutos 
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[SINOPSE]
Órfão do país onde nasceu, órfão do estado português. Encarcerado durante metade da vida, mas sempre livre. Bruno é “Ghoya”, um rapper e ativista político crioulo de Cabo Verde. Este filme é uma encruzilhada num tempo de luta e vida. “Complô surgiu de um envolvimento profundo com o Bruno, a sua comunidade, a sua história e a luta política que eles personificam. Eu nunca pretendi resumir-me a um observador externo. A minha abordagem assenta em desenvolver relações que evoluem para colaboração” (João Miller Guerra).

12 e 13 de fevereiro > 21H
lucia joyce - un pequeno drama en movimento
[teatro]

escrito por Itziar Pascual 
encenação de Cristina D. Silveira
produção de KARLIK DANZA
M14 | duração a definir
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[SINOPSE]
A vida de Lucia Joyce é um segredo ficcionado. Até os seus principais estudiosos tiveram de combater a destruição deliberada de inúmeras cartas, relatórios e documentos. Lucia era uma mulher apaixonada que se dedicou à dança, estudou com Raymond Duncan e Margaret Morris e colaborou com Léger e o Ballet Mécanique de Man Ray. Ela, que viveu o nascimento da dança moderna, sofreu também com o legado implacável da família Joyce, através do exílio, da instabilidade económica, do talento, do sofrimento psicológico, do desprezo pela dança e da dor emocional. A sua história fala da difícil convivência com um génio, quando o papel da mulher é apenas o de musa, e não o de artista.

25, 26 e 27 de fevereiro > 21H
dragon 
[teatro]

encenação de Mariana Tengner Barros
produção de A Bela Associação 
M6 | 60 minutos
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[SINOPSE]
Em Drag(on), Mariana Tengner Barros convoca o corpo como portal de passagem, não para a representação, mas para a experiência crua de estados alterados. Entre rito e espectáculo, a performer dissolve os protocolos da cena, deslocando o olhar para um território onde o familiar se abre ao mistério. Entre dragões e drag, entre travestismo e xamanismo, a metamorfose inscreve-se no corpo como transe, espasmo e possessão. Não há narrativa linear, mas correntes invisíveis que arrastam o espectador por paisagens apocalípticas e mitologias aquáticas. A banalidade torna-se aurificada, o rosto perde contornos, e o gesto explode em orgia involuntária. Este solo ergue-se como ode às águas e às suas potências – lágrimas, rios, mares, celebrando a diferença, a estranheza e o cosmos visionário interior. Drag(on) é a emergência de um real mais real, um convite a reaprender a ver com o corpo, a sentir o invisível e a habitar o imaginal esquecido.

Março

5 e 6 de março
toque (título provisório)
[Bolsa e laboratório de criaçao ]

projeto de Marta Almeida e Inês Pinheiro 
a classificar pela CCE  | duração a definir

[SINOPSE]
Marta Almeida e Inês Pinheiro serão as primeiras artistas a usufruir da bolsa de criação do AMAS, em 2027, com um projeto de investigação artística em dança propõe-se analisar e repensar o papel do toque nas relações interpessoais. A pesquisa centra-se nas conceções e experiências de adolescentes em torno desta temática, com o intuito de criar condições para um trabalho coreográfico desenvolvido em conjunto. Pretende-se que o processo artístico emerja das vivências singulares dos participantes, transformando-as num objeto coletivo e plural. O laboratório criativo decorrerá no AMAS e na Escola Secundária de Gama Barros ao longo dos primeiros dois meses do ano, com apresentações públicas no início de março.

Apresentações no AMAS 
5 e  6 março 

11 a 21 de março 
monstrinha

organização de Festival MONSTRA
​a classificar pela CCE  | duração a definir

[SINOPSE]
A MONSTRINHA, para escolas e para famílias, regressa ao AMAS em 2027... Em breve, divulgaremos a programação completa.

20 de março > 21H
o anti guru
[espetáculo de comédia ]

encenação de António Guimarães 
produção de Lisboa Comedy Club 
M16 | 60 minutos
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[SINOPSE]
António Guimarães é o “Anti-Guru” que dispensa discursos motivacionais vazios e autoajuda de prateleira. Com sátira, sarcasmo e muita energia, revela como sobreviver na selva urbana, explorando temas do trabalho, relações e sociedade — um verdadeiro espelho cínico e divertido da vida moderna

ABRIL

2 DE ABRIL > 21H
MARIA VINAGRE
[CONCERTO]

M/6  | duração a definir
A Maria é uma jovem artista com um projeto artístico próprio, com banda, que inclui originais e um percurso marcante no The Voice Kids, onde virou as quatro cadeiras e recebeu o super passe.


16 de abril > 21H
instalação do medo 
[teatro]

a partir de texto de Rui Zink
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encenação de António Guimarães 
produção de Varzim Teatro
a classificar pela CCE  | duração a definir

"​A Instalação do Medo", de Rui Zink estreia em setembro de 2026, na Póvoa de Varzim, com encenação de Eduardo Faria e interpretação de Mário Moutinho, Joana Luna e Eduardo Faria.

30 de abril > 21h  e 1 de maio > 16h 
lordes dos caos

a classificar pela CCE  | duração a definir

O AMAS acolher a mais recente criação do grupo de teatro sintrense Lordes do Caos...

Maio

7 de maio > 21H
non pasarán 
[teatro]

 a partir da obra "Biedermann e os Incendiarios"  de Max Frisch
encenação de Tito Asorey 
produção de Ártika Cía
M18 | 70 minutos

​[SINOPSE]
"Non Pasarán" é a nova criação cénica da companhia galega Ártika, com autoria e encenação de Vanesa Sotelo e Tito Asorey. Esta obra, versão livre de "Biedermann e dos Incendiários", do dramaturgo suíço Max Frisch, explora, através de um teatro, marcadamente, político e da comédia negra, a inquietante ascenção da extrema-direita em todo o mundo. Uma proposta que procura não apenas entreter, mas também provocar uma profunda reflexão sobre as responsabilidades individuais e coletivas face a esta ameaça. Num contexto global, no qual as democracias parecem ruir, "Non Pasarán" é um convite a questionar o presente e não permanecer indiferente perante o perigo

9 a 15 de maio 
RESIDENCIA ARTÍSTICA

no âmbito do projeto "Atopémonos Bailando" do Colectivo Glovo, em parceria com o teatromosca​

junho

25 e 26 de junho > 21H30 
CICLO CLÁSSICOS DA DISNEY  
[cinema]

a classificar pela CCE  | duração a definir
​Voltam as sessões de cinema ao ar livre, junto ao Shopping Cacém, com filmes clássicos de animação da Disney, com entrada livre, para encerrar a temporada 2026/2027 dos nossos progrAMAS. Em breve, anunciaremos os filmes selecionados.


setembro

10 de setembro > 21h 
É SÓ PALHETA    
[teatro de marionetas]

organizado pelos  Valdevinos Teatro das Marionetas
a classificar pela CCE  | duração a definir

outubro

7, 8 e 9 de outubro > 21H
reparo
[teatro]

escrito e encenado por Mariana Dixe 
produção de Maratona - Associação Cultural
a classificar pela CCE | duração a definir

​[SINOPSE]

«Eu imagino que a maioria de vocês nem sequer saiba no que é que consiste, ao certo, o trabalho de uma produtora, mas talvez fique mais fácil se dividirmos uma profissão assim genérica em várias outras. Digamos que uma produtora é: 25% uma secretária, 20% uma contabilista, 15% uma empregada de limpeza, 15% uma agente de turismo, 20% uma assistente pessoal, 10% uma carregadora e 30% uma moça de recados. Ora, eu não tenho matemática desde o nono ano, mas mexo em orçamentos quase todos os dias, por isso estou bastante confiante mesmo rodeada de números. Aquilo que as pessoas mais atentas poderão ter notado é que a soma destas percentagens dá um total de 135%. E poderão ter pensado que foi um deslize ou uma distração, mas estávamos a enumerar as tarefas de uma produtora, certo? E nós, produtoras, fazemos sempre um bocadinho mais.»

14, 15 e 16 de outubro > 21H
EL CIELO AZUL EL ANCHO MAR
[teatro]

produção de Teatro del Astillero 
a classificar pela CCE  | duração a definir

[SINOPSE]
Lucy é uma menina que vive com os pais num bairro pobre de um país em desenvolvimento. A sua mãe, aconselhada por um curandeiro local, abandona a casa, deixando Lucy, com apenas doze anos, à sua sorte. Lucy não tem nada e deseja apenas ser a dona da casa e controlar o pai, embora tudo termine em tragédia. Luz, uma menina de apenas treze anos, vive num bairro rico de um país desenvolvido. Filha de pais divorciados, é a dona da casa, controla o pai e o amante da mãe. Tem tudo e só deseja ser como uma menina do mundo em desenvolvimento chamada Lucy, embora tudo termine em tragédia.

21,22 e 23 de outubro > 21H
AnTÍGONA 
[teatro]

produção de Silly Season 
a classificar pela CCE  | duração a definir

[SINOPSE]
Em "Antígona", do coletivo SillySeason, o clássico é mais uma vez revisitado para questionar o poder discricionário estatal. Quem são estes três jovens, Antígona, Polinices e Hémon, ora abandonados, ora condenados, pelas mais recentes políticas governamentais? No que pensam e o que sentem? Numa das suas últimas entrevistas, o filósofo George Steiner dizia que “estamos a matar os sonhos dos nossos filhos”. Mas afinal, que sonhos são esses? O que ainda nos é permitido sonhar em 2025? Será esta a nossa tragédia. 

30 de outubro > 21H
CICLO DE CINEMA TERROR
[filme + conversa + festa]

em parceria com a Fábrica do Terror
programação a definir 
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a classificar pela CCE  | duração a definir
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novembro

19 de novembro > 21H
filme a designar
[filme + conversa]

cinema no AMAS  
a classificar pela CCE  | duração a definir​

dezembro

6 a 17 de dezembro
ARTISTA A ESCOLHER POR CONVOCATÓRIA ABERTA
[Bolsa e Laboratório de Criação ]

iniciativa promovida pelo teatromosca e Ponto Kultural 
a classificar pela CCE  | duração a definir
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