[ÚltimA CRIAÇÃO]
O MEU FILHO É UM URSO OU A FEALDADE DE ABANDONAR MONGOS
cocriação Teatro Duas Senas e Born2Fail
13 de junho de 2026 >às 21h00 e 14 de junho de 2026 > às 16h00
no AMAS - Auditório Municipal António Silva
Próxima apresentação
19 de setembro de 2026 > às 16h00
no Auditório Acácio Barreiros - Centro Cultural Olga Cadaval [Sintra]
no âmbito do MUSCARIUM#12
Sinopse
Maria está no centro desta trama, não tivesse ela o nome da progenitora, a mãe virgem, de grande parte da humanidade. Maria e José apaixonam-se profundamente, numa escola que nos parece retirada de qualquer série juvenil de uma qualquer plataforma de streaming, ou achamos mesmo que eles estão a imitar os Morangos com Açúcar ou será a Malhação? Um deles será… Os jovens desta escola têm famílias que vamos conhecer de uma forma, que provavelmente não estávamos à espera. Elas parecem famílias, mas não temos bem a certeza se o são ou não… Estamos confusos com o conceito de família.
Vivem juntos, são progenitores de uma estirpe, já se podem casar, e consequentemente, podem adoptar e têm características em comum, são Crips! Por isso, sim, afinal são famílias. Estas famílias contam histórias, muitas histórias, conversam enquanto tomam o café da manhã ou chá às cinco e conversam sobre como a vida em Moscovo é que era.
O meu filho é um urso ou a fealdade de abandonar mongos tinha o objectivo de falar sobre o amor que devíamos dar aos ursos, mas esse objetivo ficou a meio, pois estamos perdidos à procura de pessoas que queiram, realmente, perceber o que temos para dizer.
O meu filho é um urso ou a fealdade de abandonar mongos é um anti-espectáculo, não pretende sacar palmas a ninguém, nem sequer sabemos se confiamos o suficiente em vocês para partilhar o que sentimos, mas como Ursos esperançosos, damo-vos o benefício da dúvida e deixamos nas mãos do universo.
Toma Universo, aqui tens: um bastão e uma venda. Sê bem-vindo ao Crip Phenomenon!
cocriação Teatro Duas Senas e Born2Fail
13 de junho de 2026 >às 21h00 e 14 de junho de 2026 > às 16h00
no AMAS - Auditório Municipal António Silva
Próxima apresentação
19 de setembro de 2026 > às 16h00
no Auditório Acácio Barreiros - Centro Cultural Olga Cadaval [Sintra]
no âmbito do MUSCARIUM#12
Sinopse
Maria está no centro desta trama, não tivesse ela o nome da progenitora, a mãe virgem, de grande parte da humanidade. Maria e José apaixonam-se profundamente, numa escola que nos parece retirada de qualquer série juvenil de uma qualquer plataforma de streaming, ou achamos mesmo que eles estão a imitar os Morangos com Açúcar ou será a Malhação? Um deles será… Os jovens desta escola têm famílias que vamos conhecer de uma forma, que provavelmente não estávamos à espera. Elas parecem famílias, mas não temos bem a certeza se o são ou não… Estamos confusos com o conceito de família.
Vivem juntos, são progenitores de uma estirpe, já se podem casar, e consequentemente, podem adoptar e têm características em comum, são Crips! Por isso, sim, afinal são famílias. Estas famílias contam histórias, muitas histórias, conversam enquanto tomam o café da manhã ou chá às cinco e conversam sobre como a vida em Moscovo é que era.
O meu filho é um urso ou a fealdade de abandonar mongos tinha o objectivo de falar sobre o amor que devíamos dar aos ursos, mas esse objetivo ficou a meio, pois estamos perdidos à procura de pessoas que queiram, realmente, perceber o que temos para dizer.
O meu filho é um urso ou a fealdade de abandonar mongos é um anti-espectáculo, não pretende sacar palmas a ninguém, nem sequer sabemos se confiamos o suficiente em vocês para partilhar o que sentimos, mas como Ursos esperançosos, damo-vos o benefício da dúvida e deixamos nas mãos do universo.
Toma Universo, aqui tens: um bastão e uma venda. Sê bem-vindo ao Crip Phenomenon!
[Ficha técnica e artísticA]
Criação coletiva: Teatro Duas Senas- Cláudio Pinho, Filipe Oliveira, Flávio Correia, Francisco Lopes, Luís Caixeiro, Nuno Delgado, Paula Martins e Valter Canaveira; Born2Fail - André Carrajola, André Azinheira, Dânia Fernandes, Letícia Spencer, Matilde Ribeiro, Márcia Fernandes, Noemi Neto e Rúben Valente | Conceito e Direção: Rafael Barreto | Cenografia: Pedro Silva | Desenho de luz e operação técnica: Diogo Graça | Sonoplastia e banda sonora: André Carrajola | Apoio à gestão do projeto: Maria Carneiro, Inês Oliveira e Pedro Alves | Design cartaz: Rafael Galhardas | Comunicação e fotografias promocionais: Catarina Lobo | Fotografia de cena: João Leal| Consultoria artística: Milene Fialho | Coprodução: teatromosca e ALCOMUM- Associação Lugar Comum | Parcerias: CECD Mira Sintra e Born2Fail Project | Apoios: Junta de Freguesia de Agualva e Mira Sintra, Casa da Cultura Lívio de Morais e 5àsec - Rio de Mouro | Agradecimentos: Martha Xavier, Marta Ferreira, Maria de La Salete Costa, Vanessa Neves, Vera Lúcia Polido e Nuno Varela
Classificação etária: M/16 Duração: 75 minutos aprox. (sem intervalo)
Classificação etária: M/16 Duração: 75 minutos aprox. (sem intervalo)
[FOTOGRAFIAS DE CENA]
[FOTOGRAFIAS Promocionais]
| o_meu_filho_é_um_urso_-_folha_de_sala.pdf | |
| File Size: | 858 kb |
| File Type: | |
ENSAIO SOBRE A CORAGEM DE SENTIR MEDO!
30 de novembro e 1 de dezembro 2024 > às 16h00
no AMAS - Auditório Municipal António Silva
Sinopse
Medo
me.do medu
1. estado emocional caracterizado por uma sensação de inquietação, insegurança ou ansiedade;
2. falta de coragem; cobrada;
3. terror; pânico.
Se todas as pessoas têm medo, podemos também dizer que todas as pessoas têm coragem?
Um grupo de atores tem uma tarefa: montar uma produção teatral para a infância com o tema do medo. O que será isto de fazer um espetáculo para a infância? Como resolverá este grupo de atores este desafio? Quais serão os seus medos? Como poderão eles saber a resposta a esta pergunta, se estão eles próprios a lidar com os seus medos?
Este grupo de atores irá descobrir coisas que achava estarem perdidas num caixa de brinquedos empoeirada, em casa dos seus avós, ou talvez dentro de si... Não sabemos!
Neste ensaio veremos, por quadros, toda a criação a criação de espetáculos e a sua apresentação. Passaremos por muitas etapas. Nós, O público. Eles também. O grupo.
O grupo que, afinal, percebeu que tem muito medo de quase todas as cores. Como é que se cria um espetáculo para a infância, limitando a utilização de cores? Chegarão à brilhante, mas difícil ideia, de utilizar teatro de sombras, como modo de apresentação do espetáculo, afinal o preto e o branco também são cores.
O seu objetivo é simples: serem ouvidos e vistos por tudo o que têm capacidade de ser, e ajudar crianças a ter coragem de enfrentar os seus medos, porque, mesmo a preto e branco é possível ver um arco-íris inteiro.
30 de novembro e 1 de dezembro 2024 > às 16h00
no AMAS - Auditório Municipal António Silva
Sinopse
Medo
me.do medu
1. estado emocional caracterizado por uma sensação de inquietação, insegurança ou ansiedade;
2. falta de coragem; cobrada;
3. terror; pânico.
Se todas as pessoas têm medo, podemos também dizer que todas as pessoas têm coragem?
Um grupo de atores tem uma tarefa: montar uma produção teatral para a infância com o tema do medo. O que será isto de fazer um espetáculo para a infância? Como resolverá este grupo de atores este desafio? Quais serão os seus medos? Como poderão eles saber a resposta a esta pergunta, se estão eles próprios a lidar com os seus medos?
Este grupo de atores irá descobrir coisas que achava estarem perdidas num caixa de brinquedos empoeirada, em casa dos seus avós, ou talvez dentro de si... Não sabemos!
Neste ensaio veremos, por quadros, toda a criação a criação de espetáculos e a sua apresentação. Passaremos por muitas etapas. Nós, O público. Eles também. O grupo.
O grupo que, afinal, percebeu que tem muito medo de quase todas as cores. Como é que se cria um espetáculo para a infância, limitando a utilização de cores? Chegarão à brilhante, mas difícil ideia, de utilizar teatro de sombras, como modo de apresentação do espetáculo, afinal o preto e o branco também são cores.
O seu objetivo é simples: serem ouvidos e vistos por tudo o que têm capacidade de ser, e ajudar crianças a ter coragem de enfrentar os seus medos, porque, mesmo a preto e branco é possível ver um arco-íris inteiro.
[Ficha técnica e artísticA]
Criação coletiva Cláudio Pinho, Filipe Oliveira, Flávio Correia, Francisco Lopes, Luís Caixeiro, Nuno Delgado, Paula Martinse Valter Canaveira | Direção Rafael Barreto | Cenografia Pedro Silva | Desenho de luz e direção técnica Carlos Arroja | Sonoplastia, banda sonora e operação técnica Diogo Graça | Apoio a gestão de projeto Pedro Alves e Maria Carneiro | Ilustração Alex Gozblau | Comunicação e fotografia Catarina Lobo | Consultoria artística Milene Fialho e Maria Carneiro | Produção teatromosca | Parceira CECD Mira Sintra | Apoios Junta de Freguesia de Agualva e Mira Sintra, Casa da Cultura Lívio de Morais e 5àsec Rio de Mouro | Agradecimentos Laura Varela, Martha Xavier, Marta Ferreira e Maria de La Salete Costa
Duração estimada 45 min. (sem intervalo)
Duração estimada 45 min. (sem intervalo)
[Sobre o grupo]
Entre junho e dezembro de 2013, o Departamento de Pedagogia e Animação - atualmente, designado TEIA - do teatromosca acompanhou a criação de um novo grupo de teatro em Mira Sintra, fruto de uma proposta lançada pelo CECD Mira Sintra. Pretendia-se incentivar e sensibilizar um grupo de colaboradores do CECD Mira Sintra para a expressão dramática, proporcionando-lhes novas aprendizagens na área através da realização de uma atividade regular de ocupação de tempos livres, proporcionando e fomentando o interesse pela expressão teatral, ao mesmo tempo que se procurava trabalhar a socialização e o desenvolvimento social e individual. Lançadas as bases para a criação desse grupo de teatro, pretendemos agora passar a dinamizar regularmente esse coletivo, ficando a cargo do Departamento de Pedagogia e Animação do teatromosca a tutoria do projeto. Para além de se planearem formações pontuais em diversos domínios artísticos (teatro, dança, expressão plástica), almeja-se agora a criação de pelo menos uma produção teatral por ano, que deverá vir a ter um calendário de apresentações ao público que vise, no fundo, a abertura deste projeto à comunidade.
Desde 2013, o teatromosca tem desenvolvido um trabalho continuado de tutoria com o Teatro Duas Senas, grupo de teatro amador constituído por pessoas com Deficiência Intelectual e Desenvolvimental.
Desde 2013, o teatromosca tem desenvolvido um trabalho continuado de tutoria com o Teatro Duas Senas, grupo de teatro amador constituído por pessoas com Deficiência Intelectual e Desenvolvimental.
[Cronologia de espetáculos]
Em 2013, o Teatro Duas Senas estreou o espetáculo «Nha Identidadi», na Casa da Cultura de Mira Sintra.
Em 2014, foi criado o espetáculo «BOX – Uma Caixa para a Liberdade», que estreou no Auditório Municipal António Silva, no Cacém. Em 2015, o grupo participou no espetáculo multidisciplinar «PrimaverArte - Paisagens Artísticas», em coprodução com o Coro Inclusivo do CECD - Cooperativa para a Inclusão e a Câmara Municipal de Sintra. Ainda em 2015, o Teatro Duas Senas levou à cena, no Auditório António Silva, no Cacém, o espetáculo «A (Grande) História do Rei Candongo», que foi, também, apresentado em 2016 no Centro de Acolhimento para os Refugiados, na Bobadela, fruto de uma parceria com o RefugiActo. Ainda em 2016 estreia o espetáculo "Labirinto Mágico". Em 2017, o Teatro Duas Senas estreou "Uma Casa de Loucos!". As mais recentes produções são "Realidade Virtual" (2018), "Cara ou Coroa" (2019), "Monstros Mecânicos", a partir de Mechanical Monsters de Rui Neto (2020), "ZONA DE ALTA TENSÃO" (2021). Em 2022, o Teatro Duas Senas apresentou a sua décima criação "TEMPOS INSÓLITOS". Em 2023, apresentou "Fábrica da criação".
Em 2014, foi criado o espetáculo «BOX – Uma Caixa para a Liberdade», que estreou no Auditório Municipal António Silva, no Cacém. Em 2015, o grupo participou no espetáculo multidisciplinar «PrimaverArte - Paisagens Artísticas», em coprodução com o Coro Inclusivo do CECD - Cooperativa para a Inclusão e a Câmara Municipal de Sintra. Ainda em 2015, o Teatro Duas Senas levou à cena, no Auditório António Silva, no Cacém, o espetáculo «A (Grande) História do Rei Candongo», que foi, também, apresentado em 2016 no Centro de Acolhimento para os Refugiados, na Bobadela, fruto de uma parceria com o RefugiActo. Ainda em 2016 estreia o espetáculo "Labirinto Mágico". Em 2017, o Teatro Duas Senas estreou "Uma Casa de Loucos!". As mais recentes produções são "Realidade Virtual" (2018), "Cara ou Coroa" (2019), "Monstros Mecânicos", a partir de Mechanical Monsters de Rui Neto (2020), "ZONA DE ALTA TENSÃO" (2021). Em 2022, o Teatro Duas Senas apresentou a sua décima criação "TEMPOS INSÓLITOS". Em 2023, apresentou "Fábrica da criação".
[Memorabilia]
[SEGUE-NOS NAS REDES SOCIAIS]
Para mais informações sobre o trabalho do grupo:
Email [email protected]
Telemóvel 91 461 69 49 (* Chamada para rede móvel nacional)
Email [email protected]
Telemóvel 91 461 69 49 (* Chamada para rede móvel nacional)












































