"Um dos mais interessantes, honestos e originais grupos de teatro portugueses."
João Carneiro, crítico de teatro, in Semanário EXPRESSO
O teatromosca é uma companhia de teatro fundada em Sintra, em 1999, num princípio de responsabilização artística que entende que a criação teatral está sociologicamente radicada, devendo assumir essa radicação e potenciá-la esteticamente. Embora orientado para a intervenção artística no concelho de Sintra, o teatromosca afirma-se como estrutura capaz de servir o circuito artístico nacional e internacional, procurando a diversidade de públicos, de ligações artísticas e de produção. Inversamente, é uma estrutura aberta a projetos e criadores vindos de fora. Atenta aos novos impasses, desafios e tensões, a companhia privilegia a colisão de disciplinas e culturas, procurando refletir, problematizar e exprimir conflitualidades, acreditando que a pertinência do seu trabalho não se esgota na mera apresentação de espetáculos.
Reconhecendo o risco como fator determinante para a criação artística, o teatromosca assume as falhas e os erros como matérias fundacionais nos seus trabalhos, empenhando-se, assim, na constituição de um legado atual que possa traduzir-se, temática e formalmente, numa inquietação pelo confronto com a paisagem contemporânea, apostando, particularmente, em novos criadores, propostas artísticas que desafiem as normas vigentes e em processos colaborativos e/ou em parceria. Simultaneamente, tende a envolver-se na comunidade de um modo mais expansivo e sustentado, contruindo diálogos multidirecionais, através da criação de um conjunto de projetos participativos e/ou de intervenção comunitária, com o objetivo de formar cidadãos cada vez mais atentos, inquietos, críticos e ativos na definição de políticas que favoreçam relevantes transformações sociais. Procura ainda destacar a importância da memória coletiva e individual, facilitando a sua fixação e preservação, o seu tratamento, a sua análise e divulgação, promovendo o acesso democratizado aos documentos que constituirão esse arquivo, permanentemente, atualizado, permitindo que sobre ele possam incidir novos olhares, que se criem diferentes perspetivas e que se inaugurem mesmo novos projetos.
Simultaneamente, procura constituir-se como lugar seguro onde profissionais e públicos envolvidos sejam respeitados na(s) sua(s) diversidade(s) e possam expressar as ideias, opiniões e sentimentos, livremente, e contribuir para o desenvolvimento e enriquecimento da estrutura e dos projetos, assente em modelos horizontais de gestão organizacional, priorizando o combate à precariedade laboral, promovendo a equidade e a diversidade ao nível da(s) equipa(s), apostando ainda, de uma forma determinada, na transição digital, na redução da pegada ecológica, na eficiência energética e na sustentabilidade económica das suas ações, investindo na captação e fidelização de cada vez mais públicos e promovendo um acesso, verdadeiramente, democratizado à fruição cultural e às práticas artísticas. É ainda objetivo fundamental do teatromosca o estabelecimento de redes de influência e cadeias de contágio entre códigos artísticos e não-artísticos, favorecendo os cruzamentos e as colisões, com o propósito de criar relações mais complexas e abertas entre pessoas, instituições, objetos e matérias.
Desde a sua fundação em Sintra, em 1999, tem apresentado espetáculos nos mais diversos espaços e eventos em diferentes cidades portuguesas, bem como em Klaipeda (Lituânia), Lille, Orléans (França), em várias cidades espanholas e em Nova Iorque e New Bedford (EUA). Tem contado com um financiamento anual assegurado pela Câmara Municipal de Sintra e um apoio sustentado quadrienal por parte do Governo de Portugal – Ministério da Cultura, desde 2018, altura em que assumiu a gestão e programação regular do AMAS – Auditório Municipal António Silva. Para além das criações próprias e do projeto editorial moscaMORTA, o teatromosca organiza ainda o MUSCARIUM, um festival dedicado às artes performativas que tem lugar todos os anos em setembro, em diferentes espaços do concelho de Sintra.
Consulte aqui o blog do teatromosca, ativo entre 2007 e 2015.
João Carneiro, crítico de teatro, in Semanário EXPRESSO
O teatromosca é uma companhia de teatro fundada em Sintra, em 1999, num princípio de responsabilização artística que entende que a criação teatral está sociologicamente radicada, devendo assumir essa radicação e potenciá-la esteticamente. Embora orientado para a intervenção artística no concelho de Sintra, o teatromosca afirma-se como estrutura capaz de servir o circuito artístico nacional e internacional, procurando a diversidade de públicos, de ligações artísticas e de produção. Inversamente, é uma estrutura aberta a projetos e criadores vindos de fora. Atenta aos novos impasses, desafios e tensões, a companhia privilegia a colisão de disciplinas e culturas, procurando refletir, problematizar e exprimir conflitualidades, acreditando que a pertinência do seu trabalho não se esgota na mera apresentação de espetáculos.
Reconhecendo o risco como fator determinante para a criação artística, o teatromosca assume as falhas e os erros como matérias fundacionais nos seus trabalhos, empenhando-se, assim, na constituição de um legado atual que possa traduzir-se, temática e formalmente, numa inquietação pelo confronto com a paisagem contemporânea, apostando, particularmente, em novos criadores, propostas artísticas que desafiem as normas vigentes e em processos colaborativos e/ou em parceria. Simultaneamente, tende a envolver-se na comunidade de um modo mais expansivo e sustentado, contruindo diálogos multidirecionais, através da criação de um conjunto de projetos participativos e/ou de intervenção comunitária, com o objetivo de formar cidadãos cada vez mais atentos, inquietos, críticos e ativos na definição de políticas que favoreçam relevantes transformações sociais. Procura ainda destacar a importância da memória coletiva e individual, facilitando a sua fixação e preservação, o seu tratamento, a sua análise e divulgação, promovendo o acesso democratizado aos documentos que constituirão esse arquivo, permanentemente, atualizado, permitindo que sobre ele possam incidir novos olhares, que se criem diferentes perspetivas e que se inaugurem mesmo novos projetos.
Simultaneamente, procura constituir-se como lugar seguro onde profissionais e públicos envolvidos sejam respeitados na(s) sua(s) diversidade(s) e possam expressar as ideias, opiniões e sentimentos, livremente, e contribuir para o desenvolvimento e enriquecimento da estrutura e dos projetos, assente em modelos horizontais de gestão organizacional, priorizando o combate à precariedade laboral, promovendo a equidade e a diversidade ao nível da(s) equipa(s), apostando ainda, de uma forma determinada, na transição digital, na redução da pegada ecológica, na eficiência energética e na sustentabilidade económica das suas ações, investindo na captação e fidelização de cada vez mais públicos e promovendo um acesso, verdadeiramente, democratizado à fruição cultural e às práticas artísticas. É ainda objetivo fundamental do teatromosca o estabelecimento de redes de influência e cadeias de contágio entre códigos artísticos e não-artísticos, favorecendo os cruzamentos e as colisões, com o propósito de criar relações mais complexas e abertas entre pessoas, instituições, objetos e matérias.
Desde a sua fundação em Sintra, em 1999, tem apresentado espetáculos nos mais diversos espaços e eventos em diferentes cidades portuguesas, bem como em Klaipeda (Lituânia), Lille, Orléans (França), em várias cidades espanholas e em Nova Iorque e New Bedford (EUA). Tem contado com um financiamento anual assegurado pela Câmara Municipal de Sintra e um apoio sustentado quadrienal por parte do Governo de Portugal – Ministério da Cultura, desde 2018, altura em que assumiu a gestão e programação regular do AMAS – Auditório Municipal António Silva. Para além das criações próprias e do projeto editorial moscaMORTA, o teatromosca organiza ainda o MUSCARIUM, um festival dedicado às artes performativas que tem lugar todos os anos em setembro, em diferentes espaços do concelho de Sintra.
Consulte aqui o blog do teatromosca, ativo entre 2007 e 2015.
[ENG]
"One of the most interesting, honest and original Portuguese theatre groups."
João Carneiro, theatre critic, in Semanário EXPRESSO (weekly newspaper)
teatromosca is a theatre company founded in Sintra in 1999, based on the principle of artistic responsibility, which understands that theatrical creation is sociologically rooted, and should embrace this rootedness and enhance it aesthetically. Although geared towards artistic intervention in the municipality of Sintra, teatromosca asserts itself as a structure capable of serving the national and international artistic circuit, seeking diversity of audiences, artistic connections and production methodologies. Conversely, it is a structure open to projects and creators from outside. Attentive to new impasses, challenges and tensions, the company prioritizes the collision of disciplines and cultures, seeking to reflect, problematize and express conflicts, believing that the relevance of its work is not limited to the mere presentation of performances.
Recognizing risk as a determining factor for artistic creation, teatromosca takes flaws and errors as foundational material in its work, thus striving to create a current legacy that can translate, thematically and formally, into a concern for confronting the contemporary landscape, particularly focusing on new creators, artistic proposals that challenge current norms, and on collaborative and/or partnership processes. At the same time, tends to engage with the community in a more expansive and sustained way, building multidirectional dialogues, through the creation of a set of participatory and/or community intervention projects, with the aim of forming citizens who are increasingly attentive, restless, critical and active in defining policies that favor relevant social transformations. The company also seeks to highlight the importance of collective and individual memory, facilitating its fixation and preservation, its treatment, its analysis and dissemination, promoting a democratized access to the documents that will constitute this archive, permanently updated, allowing new looks to be cast on it, creating different perspectives and even inaugurating new projects.
At the same time, teatromosca seeks to establish itself as a safe place where professionals and audiences are respected in their diversity and can freely express their ideas, opinions and feelings, and contribute to the development and enrichment of the structure and its projects, based on horizontal models of organizational management, prioritizing the fight against job insecurity, promoting equity and diversity at the team level, also investing in the digital transition, in the reduction of the ecological footprint, in energy efficiency and in the economic sustainability of its actions, trying to capture and retain ever-increasing audiences and promoting a truly democratized access to Culture and artistic practices. The establishment of networks of influence and chains of contagion between artistic and non-artistic codes is also a fundamental objective of teatromosca, favoring intersections and collisions, with the purpose of creating more complex and open relationships between people, institutions, objects and materials.
Since its foundation in Sintra, in 1999, the company has performed in a wide range of venues and events in different Portuguese cities, as well as in Klaipeda (Lithuania), Lille, Orléans (France), in several Spanish cities and in New York and New Bedford (USA). Has had annual funding provided by the Municipality of Sintra and has a sustained four-year support from the Portuguese Government – Ministry of Culture, since 2018, when it took over the task of managing and regularly programming (progrAMAS) AMAS – Auditório Municipal António Silva, a cultural space in the city of Agualva-Cacém. In addition to its own creations and the editorial project moscaMORTA, teatromosca also organizes MUSCARIUM, a festival dedicated to the performing arts that takes place every year in September, in different venues in the whole municipality of Sintra.
Check here the blog of teatromosca, active between 2007 and 2015.
"One of the most interesting, honest and original Portuguese theatre groups."
João Carneiro, theatre critic, in Semanário EXPRESSO (weekly newspaper)
teatromosca is a theatre company founded in Sintra in 1999, based on the principle of artistic responsibility, which understands that theatrical creation is sociologically rooted, and should embrace this rootedness and enhance it aesthetically. Although geared towards artistic intervention in the municipality of Sintra, teatromosca asserts itself as a structure capable of serving the national and international artistic circuit, seeking diversity of audiences, artistic connections and production methodologies. Conversely, it is a structure open to projects and creators from outside. Attentive to new impasses, challenges and tensions, the company prioritizes the collision of disciplines and cultures, seeking to reflect, problematize and express conflicts, believing that the relevance of its work is not limited to the mere presentation of performances.
Recognizing risk as a determining factor for artistic creation, teatromosca takes flaws and errors as foundational material in its work, thus striving to create a current legacy that can translate, thematically and formally, into a concern for confronting the contemporary landscape, particularly focusing on new creators, artistic proposals that challenge current norms, and on collaborative and/or partnership processes. At the same time, tends to engage with the community in a more expansive and sustained way, building multidirectional dialogues, through the creation of a set of participatory and/or community intervention projects, with the aim of forming citizens who are increasingly attentive, restless, critical and active in defining policies that favor relevant social transformations. The company also seeks to highlight the importance of collective and individual memory, facilitating its fixation and preservation, its treatment, its analysis and dissemination, promoting a democratized access to the documents that will constitute this archive, permanently updated, allowing new looks to be cast on it, creating different perspectives and even inaugurating new projects.
At the same time, teatromosca seeks to establish itself as a safe place where professionals and audiences are respected in their diversity and can freely express their ideas, opinions and feelings, and contribute to the development and enrichment of the structure and its projects, based on horizontal models of organizational management, prioritizing the fight against job insecurity, promoting equity and diversity at the team level, also investing in the digital transition, in the reduction of the ecological footprint, in energy efficiency and in the economic sustainability of its actions, trying to capture and retain ever-increasing audiences and promoting a truly democratized access to Culture and artistic practices. The establishment of networks of influence and chains of contagion between artistic and non-artistic codes is also a fundamental objective of teatromosca, favoring intersections and collisions, with the purpose of creating more complex and open relationships between people, institutions, objects and materials.
Since its foundation in Sintra, in 1999, the company has performed in a wide range of venues and events in different Portuguese cities, as well as in Klaipeda (Lithuania), Lille, Orléans (France), in several Spanish cities and in New York and New Bedford (USA). Has had annual funding provided by the Municipality of Sintra and has a sustained four-year support from the Portuguese Government – Ministry of Culture, since 2018, when it took over the task of managing and regularly programming (progrAMAS) AMAS – Auditório Municipal António Silva, a cultural space in the city of Agualva-Cacém. In addition to its own creations and the editorial project moscaMORTA, teatromosca also organizes MUSCARIUM, a festival dedicated to the performing arts that takes place every year in September, in different venues in the whole municipality of Sintra.
Check here the blog of teatromosca, active between 2007 and 2015.
CRONOLOGIA de ESPETÁCULOS
[Timeline]
Ser Bom (1999)
A partir de “Notes From Underground” de Eric Bogosian
Encenação de Paulo Campos dos Reis
Prodigiosas Acrobacias (2001)
Autoria e dramaturgia Álvaro Figueiredo
Encenação de Paulo Campos dos Reis
O Televisor (2001)
De Jaime Rocha
Encenação de Paulo Campos dos Reis
DOG ART (2002)
A partir de um romance de John Berger
Traduzido, adaptado e encenado por Pedro Alves
Coprodução com o Teatro Tapa Furos
Húmus (2002)
Concebido e interpretado por Paulo Campos dos Reis e João Miguel Rodrigues
A partir do poema homónimo de Herberto Helder
Coprodução com a Fundação para a Ciência e o Desenvolvimento
A Última Gravação de Krapp (2002)
De Samuel Beckett
Traduzido por Francisco Luís Parreira e Paulo Campos dos Reis
Encenação de Paulo Campos dos Reis
GABBA GABBA HEI (2003)
Texto original de Alex Gozblau
Direção artística de João Miguel Rodrigues
Tristão e o Aspecto da Flor (2003)
De Francisco Luís Parreira
Encenação de Francisco Luís Parreira e João Miguel Rodrigues
Coprodução com a Fundação Cultursintra
KIP (2003)
Autoria e encenação de Pedro Alves
Coprodução com Centro de Artes Performativas do Algarve, Festival Internacional de Portalegre, Lugar Comum, Casa Conveniente, ZDB
Querosene “arde sem se ver” (2004)
Com textos de vários autores portugueses
Direção de João Miguel Rodrigues
Maletas Vicentinas (2004)
A partir de Gil Vicente
Projeto de e com Sérgio Moura Afonso, Pedro Alves e Rute Lizardo
Um Rapto em Cintra (2004)
De Eça Leal
Encenação de Pedro Alves e João Miguel Rodrigues
O Rato do Campo e o Rato da Cidade (2004)
Adaptação da fábula de Esopo
Encenação de João Miguel Rodrigues
Produção Pião Teatro Infantil - Associação Cultural teatromosca
.mostra (2005)
Sobre motivos de Gao Xingjian
Direção de Maria Gil
Literaturódromo (2005)
Projeto de leituras encenadas em co-produção com o Centro Cultural Olga Cadaval
Depois de Julieta (2005)
De Sharman Macdonald
Encenação de Ruben Tiago
Coprodução com o Centro Cultural Olga Cadaval e o Lugar Comum
Literaturinha (desde outubro 2006)
Ciclo de leituras encenadas de clássicos da literatura mundial, inicialmente, em coprodução com o Centro Cultural Olga Cadaval
Na Margem da Vida (2006)
De Gao Xingjian
Encenação de Maria Gil
Coprodução com o Teatro do Silêncio, Lugar Comum, Casa Conveniente e Centro Cultural Olga Cadaval
As Músicas da Carochinha (2006)
Produção Pião Teatro Infantil - Associação Cultural teatromosca
IGNARA#GUERRA COLONIAL (2007-2009)
Direção de Filipe Araújo, Susana Gaspar e Paulo Campos dos Reis
Notas de Cozinha de Leonardo da Vinci (2008)
Projeto coreográfico de Diana Alves
MUSCARIUM - Ciclo de leituras encenadas que comemora o 10º aniversário do teatromosca (2009)
Na Casa da Cultura de Mira Sintra
Retratinhos (2009-2011)
Projeto teatral para a infância e juventude
Com textos originais de vários autores portugueses
Dirigido por vários jovens encenadores nacionais
CAMÕES NA PRAIA GRANDE (2009)
Criação de Paulo Campos dos Reis
No âmbito da iniciativa Biblioteca na Praia, promovida pela Câmara Municipal de Sintra
DOR FANTASMA (2009)
De Manuel Bastos
Encenação de Mário Trigo
INFA 72 (2009)
De Fernando Sousa
Encenação de Mário Trigo
Coprodução com o Teatro Focus
As Três Vidas de Lucie Cabrol (2010)
A partir de textos do escritor inglês John Berger
Direção de Pedro Alves
Primeiro espetáculo da Trilogia «dos seus trabalhos»
EUROPA (2011)
A partir de textos de John Berger
Direção de Pedro Alves
Segundo espetáculo da Trilogia «dos seus trabalhos»
Tróia (2011)
A partir de textos de John Berger
Direção de Pedro Alves
Terceiro espetáculo da Trilogia «dos seus trabalhos»
A Paixão do Jovem Werther (2013)
A partir do romance homónimo de J.W. Goethe
Adaptação de Tiago Patrício
Direção artística de Mário Trigo
Projeto GOETHE
Moby-Dick (2013)
A partir do romance de Herman Melville
Direção de Pedro Alves
Primeiro espetáculo da «Trilogia Norte Americana»
O Som e a Fúria (2014)
A partir do romance homónimo de William Faulkner
Adaptação de Alexandre Sarrazola
Direção artística de Pedro Alves
Segundo espetáculo da «Trilogia Norte Americana»
MUSCARIUM - Festival de artes performativas em Agualva, Cacém, Sintra (Desde 2015)
Produção teatromosca
Fahrenheit 451 (2015)
A partir do romance homónimo de Ray Bradbury
Adaptação e direção artística de Pedro Alves
Terceiro espetáculo da «Trilogia Norte Americana»
MODOS DE VER: _ _ _ (2016 ...)
Passeio sonoro / audiowalk concebido para os caminhos secretos de uma cidade
Criação coletiva
Produção teatromosca
PLAY (2017)
Espetáculo dirigido por Pedro Alves e Solange Aquino
Com grupo de jovens da Casa Seis Centro Comunitário
Primeira fase de criação do espetáculo "KIF-KIF".
Kif-Kif (2018)
Coprodução teatromosca, Théâtre de la Tête Noire, Terceira Pessoa
Com texto de Jorge Palinhos e Leïla Anis
Encenação de Pedro Alves e Patrice Douchet
Ciclo «Atingir a Maioridade / To Come of Age»
ALICE (2018)
Criação de Carolina Figueiredo, Pedro Alves e Pedro Silva
Espetáculo de teatro para crianças a partir dos 6 meses
Anónimo (2019)
De Jorge Palinhos
Encenação Pedro Alves
Ciclo «Atingir a Maioridade / To Come of Age»
O Deus das Moscas (2019)
Adaptação do romance de William Golding
Encenação de Pedro Alves
Música original de Noiserv
Quarenta Mil Quilovátios (2019)
Texto de Paulo Campos dos Reis
Encenação de Pedro Alves
Banda sonora original de Allen Halloween
Ciclo «Atingir a Maioridade / To Come of Age»
QuarentenAntena - emissões de emergência (2020)
Emissões de emergência de espetáculo criados pelo teatromosca durante o período de quarentena em Portugal e outros espetáculos que integram o historial da companhia
ESTÚDIO: Flores (2020)
Cocriação Adolfo Simón, Carolina Figueiredo, Pedro Silva
Coprodução teatromosca e Centro Dramático Rural
NED KELLY (2020)
Criação de Pedro Alves, Paulo Castro e Paulo Furtado/The Legendary Tigerman
Coprodução teatromosca, Stone/Castro e São Luiz Teatro Municipal
O Triunfo das Porcas (2021)
Adaptação e encenação de Pedro Alves
A partir de "Animal Farm" de George Orwell
Coprodução teatromosca e Teatro Estúdio Fontenova
Agamémnon (2021)
De Jaime Rocha
Encenação Paulo Campos dos Reis
Coprodução MUSGO Produção Cultural, Éfemero, Madrasta, RUGAS, teatromosca
MARIDOS (2021)
A partir do filme homónimo de John Cassavetes
Criação de Pedro Alves
Odeio a Minha Irmã (2022)
Texto de Sébastien Joanniez
Criação de Pedro Alves, Carolina Figueiredo, Milene Fialho
A Ilha de Morel (2022)
De Fernando Guerreiro
Encenação de Pedro Alves
Inspirado no romance "A Invenção de Morel", de Adolfo Bioy Casares
RESPIRAR (doze vezes) (2023)
texto de Marie Suel
encenação de Patrice Douchet
com banda sonora original Noiserv
coprodução teatromosca, Teatro Art'Imagem e La Tête Noire - La Compagnie
Os Protegidos (2023)
título original Die Schutzbefohlenen
de Elfriede Jelinek
tradução e dramaturgia de Anabela Mendes
direção artística de Pedro Alves
coprodução teatromosca, Colectivo Glovo e Teatro Diogo Bernardes
História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar (2024)
de Luis Sepúlveda
encenação de Mário Trigo
coprodução teatromosca e Hipérion Projeto Teatral
Ciclo «PALAVRAS PARA GATOS E FLORESTAS»
Nacional 2 (2024)
ideia de João de Brito, Pedro Alves e Noiserv
coprodução teatromosca e LAMA Teatro
Adrianopla (2024)
Texto e encenação de Pedro Saavedra
coprodução teatromosca e O Fim do Teatro
Na Floresta Desaparecida (2025)
texto de Olivier Sylvestre
tradução de Margarida Madeira
encenação de Mário Trigo
coprodução teatromosca e HIPÉRION Projeto Teatral
Ciclo «PALAVRAS PARA GATOS E FLORESTAS»
CATITA (2025)
criação de Pedro Alves, Miguel Catita e Maria Gil
produção teatromosca
Um Anjo (2025)
texto de Jorge Palinhos, a partir de “A Queda Dum Anjo” de Camilo Castelo Branco
encenação de Pedro Alves
produção teatromosca em parceria com a Cátedra Camilo Castelo Branco - Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Câmara Municipal de Sintra
[em atualização]
A partir de “Notes From Underground” de Eric Bogosian
Encenação de Paulo Campos dos Reis
Prodigiosas Acrobacias (2001)
Autoria e dramaturgia Álvaro Figueiredo
Encenação de Paulo Campos dos Reis
O Televisor (2001)
De Jaime Rocha
Encenação de Paulo Campos dos Reis
DOG ART (2002)
A partir de um romance de John Berger
Traduzido, adaptado e encenado por Pedro Alves
Coprodução com o Teatro Tapa Furos
Húmus (2002)
Concebido e interpretado por Paulo Campos dos Reis e João Miguel Rodrigues
A partir do poema homónimo de Herberto Helder
Coprodução com a Fundação para a Ciência e o Desenvolvimento
A Última Gravação de Krapp (2002)
De Samuel Beckett
Traduzido por Francisco Luís Parreira e Paulo Campos dos Reis
Encenação de Paulo Campos dos Reis
GABBA GABBA HEI (2003)
Texto original de Alex Gozblau
Direção artística de João Miguel Rodrigues
Tristão e o Aspecto da Flor (2003)
De Francisco Luís Parreira
Encenação de Francisco Luís Parreira e João Miguel Rodrigues
Coprodução com a Fundação Cultursintra
KIP (2003)
Autoria e encenação de Pedro Alves
Coprodução com Centro de Artes Performativas do Algarve, Festival Internacional de Portalegre, Lugar Comum, Casa Conveniente, ZDB
Querosene “arde sem se ver” (2004)
Com textos de vários autores portugueses
Direção de João Miguel Rodrigues
Maletas Vicentinas (2004)
A partir de Gil Vicente
Projeto de e com Sérgio Moura Afonso, Pedro Alves e Rute Lizardo
Um Rapto em Cintra (2004)
De Eça Leal
Encenação de Pedro Alves e João Miguel Rodrigues
O Rato do Campo e o Rato da Cidade (2004)
Adaptação da fábula de Esopo
Encenação de João Miguel Rodrigues
Produção Pião Teatro Infantil - Associação Cultural teatromosca
.mostra (2005)
Sobre motivos de Gao Xingjian
Direção de Maria Gil
Literaturódromo (2005)
Projeto de leituras encenadas em co-produção com o Centro Cultural Olga Cadaval
Depois de Julieta (2005)
De Sharman Macdonald
Encenação de Ruben Tiago
Coprodução com o Centro Cultural Olga Cadaval e o Lugar Comum
Literaturinha (desde outubro 2006)
Ciclo de leituras encenadas de clássicos da literatura mundial, inicialmente, em coprodução com o Centro Cultural Olga Cadaval
Na Margem da Vida (2006)
De Gao Xingjian
Encenação de Maria Gil
Coprodução com o Teatro do Silêncio, Lugar Comum, Casa Conveniente e Centro Cultural Olga Cadaval
As Músicas da Carochinha (2006)
Produção Pião Teatro Infantil - Associação Cultural teatromosca
IGNARA#GUERRA COLONIAL (2007-2009)
Direção de Filipe Araújo, Susana Gaspar e Paulo Campos dos Reis
Notas de Cozinha de Leonardo da Vinci (2008)
Projeto coreográfico de Diana Alves
MUSCARIUM - Ciclo de leituras encenadas que comemora o 10º aniversário do teatromosca (2009)
Na Casa da Cultura de Mira Sintra
Retratinhos (2009-2011)
Projeto teatral para a infância e juventude
Com textos originais de vários autores portugueses
Dirigido por vários jovens encenadores nacionais
CAMÕES NA PRAIA GRANDE (2009)
Criação de Paulo Campos dos Reis
No âmbito da iniciativa Biblioteca na Praia, promovida pela Câmara Municipal de Sintra
DOR FANTASMA (2009)
De Manuel Bastos
Encenação de Mário Trigo
INFA 72 (2009)
De Fernando Sousa
Encenação de Mário Trigo
Coprodução com o Teatro Focus
As Três Vidas de Lucie Cabrol (2010)
A partir de textos do escritor inglês John Berger
Direção de Pedro Alves
Primeiro espetáculo da Trilogia «dos seus trabalhos»
EUROPA (2011)
A partir de textos de John Berger
Direção de Pedro Alves
Segundo espetáculo da Trilogia «dos seus trabalhos»
Tróia (2011)
A partir de textos de John Berger
Direção de Pedro Alves
Terceiro espetáculo da Trilogia «dos seus trabalhos»
A Paixão do Jovem Werther (2013)
A partir do romance homónimo de J.W. Goethe
Adaptação de Tiago Patrício
Direção artística de Mário Trigo
Projeto GOETHE
Moby-Dick (2013)
A partir do romance de Herman Melville
Direção de Pedro Alves
Primeiro espetáculo da «Trilogia Norte Americana»
O Som e a Fúria (2014)
A partir do romance homónimo de William Faulkner
Adaptação de Alexandre Sarrazola
Direção artística de Pedro Alves
Segundo espetáculo da «Trilogia Norte Americana»
MUSCARIUM - Festival de artes performativas em Agualva, Cacém, Sintra (Desde 2015)
Produção teatromosca
Fahrenheit 451 (2015)
A partir do romance homónimo de Ray Bradbury
Adaptação e direção artística de Pedro Alves
Terceiro espetáculo da «Trilogia Norte Americana»
MODOS DE VER: _ _ _ (2016 ...)
Passeio sonoro / audiowalk concebido para os caminhos secretos de uma cidade
Criação coletiva
Produção teatromosca
PLAY (2017)
Espetáculo dirigido por Pedro Alves e Solange Aquino
Com grupo de jovens da Casa Seis Centro Comunitário
Primeira fase de criação do espetáculo "KIF-KIF".
Kif-Kif (2018)
Coprodução teatromosca, Théâtre de la Tête Noire, Terceira Pessoa
Com texto de Jorge Palinhos e Leïla Anis
Encenação de Pedro Alves e Patrice Douchet
Ciclo «Atingir a Maioridade / To Come of Age»
ALICE (2018)
Criação de Carolina Figueiredo, Pedro Alves e Pedro Silva
Espetáculo de teatro para crianças a partir dos 6 meses
Anónimo (2019)
De Jorge Palinhos
Encenação Pedro Alves
Ciclo «Atingir a Maioridade / To Come of Age»
O Deus das Moscas (2019)
Adaptação do romance de William Golding
Encenação de Pedro Alves
Música original de Noiserv
Quarenta Mil Quilovátios (2019)
Texto de Paulo Campos dos Reis
Encenação de Pedro Alves
Banda sonora original de Allen Halloween
Ciclo «Atingir a Maioridade / To Come of Age»
QuarentenAntena - emissões de emergência (2020)
Emissões de emergência de espetáculo criados pelo teatromosca durante o período de quarentena em Portugal e outros espetáculos que integram o historial da companhia
ESTÚDIO: Flores (2020)
Cocriação Adolfo Simón, Carolina Figueiredo, Pedro Silva
Coprodução teatromosca e Centro Dramático Rural
NED KELLY (2020)
Criação de Pedro Alves, Paulo Castro e Paulo Furtado/The Legendary Tigerman
Coprodução teatromosca, Stone/Castro e São Luiz Teatro Municipal
O Triunfo das Porcas (2021)
Adaptação e encenação de Pedro Alves
A partir de "Animal Farm" de George Orwell
Coprodução teatromosca e Teatro Estúdio Fontenova
Agamémnon (2021)
De Jaime Rocha
Encenação Paulo Campos dos Reis
Coprodução MUSGO Produção Cultural, Éfemero, Madrasta, RUGAS, teatromosca
MARIDOS (2021)
A partir do filme homónimo de John Cassavetes
Criação de Pedro Alves
Odeio a Minha Irmã (2022)
Texto de Sébastien Joanniez
Criação de Pedro Alves, Carolina Figueiredo, Milene Fialho
A Ilha de Morel (2022)
De Fernando Guerreiro
Encenação de Pedro Alves
Inspirado no romance "A Invenção de Morel", de Adolfo Bioy Casares
RESPIRAR (doze vezes) (2023)
texto de Marie Suel
encenação de Patrice Douchet
com banda sonora original Noiserv
coprodução teatromosca, Teatro Art'Imagem e La Tête Noire - La Compagnie
Os Protegidos (2023)
título original Die Schutzbefohlenen
de Elfriede Jelinek
tradução e dramaturgia de Anabela Mendes
direção artística de Pedro Alves
coprodução teatromosca, Colectivo Glovo e Teatro Diogo Bernardes
História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar (2024)
de Luis Sepúlveda
encenação de Mário Trigo
coprodução teatromosca e Hipérion Projeto Teatral
Ciclo «PALAVRAS PARA GATOS E FLORESTAS»
Nacional 2 (2024)
ideia de João de Brito, Pedro Alves e Noiserv
coprodução teatromosca e LAMA Teatro
Adrianopla (2024)
Texto e encenação de Pedro Saavedra
coprodução teatromosca e O Fim do Teatro
Na Floresta Desaparecida (2025)
texto de Olivier Sylvestre
tradução de Margarida Madeira
encenação de Mário Trigo
coprodução teatromosca e HIPÉRION Projeto Teatral
Ciclo «PALAVRAS PARA GATOS E FLORESTAS»
CATITA (2025)
criação de Pedro Alves, Miguel Catita e Maria Gil
produção teatromosca
Um Anjo (2025)
texto de Jorge Palinhos, a partir de “A Queda Dum Anjo” de Camilo Castelo Branco
encenação de Pedro Alves
produção teatromosca em parceria com a Cátedra Camilo Castelo Branco - Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Câmara Municipal de Sintra
[em atualização]
LEITURAS ENCENADAS
MOBY-DICK. Em três horas e quarenta e cinco minutos, uma encomeda do Museu da Baleia de New Bedford ao escritor e colaborador regular do teatromosca, Tiago Patrício. A leitura do texto aconteceu no âmbito da Moby Dick Marathon, que teve lugar no referido Museu a 9 de janeiro de 2016. O livro daí resultante foi editado pela moscaMORTA.
A culpa não foi minha (Monólogos dos dias instáveis), a partir do texto de Jaime Rocha, no Museu da Eletricidade em Lisboa, em setembro de 2015. O texto original, assim como, a leitura fizeram parte da exposição de fotografia “Posto de Trabalho” de Valter Vinagre.
Checoslováquia (2011)
De Tiago Patrício
Leitura encenada apresentada em Setembro de 2011 no Salão Nobre do Teatro Nacional D. Maria II.
[em atualização]
A culpa não foi minha (Monólogos dos dias instáveis), a partir do texto de Jaime Rocha, no Museu da Eletricidade em Lisboa, em setembro de 2015. O texto original, assim como, a leitura fizeram parte da exposição de fotografia “Posto de Trabalho” de Valter Vinagre.
Checoslováquia (2011)
De Tiago Patrício
Leitura encenada apresentada em Setembro de 2011 no Salão Nobre do Teatro Nacional D. Maria II.
[em atualização]
OUTROS PROJETOS
JORNADAS DE REFLEXÃO - Cultura(s) Alicerçada(s)
Organização de Pedro Alves
Produção do teatromosca
2 a 4 de março 2021
Organização de Pedro Alves
Produção do teatromosca
2 a 4 de março 2021
JORNADAS DE REFLEXÃO – Cultura(s) Alicerçada(s) | ReConetar: Estruturas Artísticas no Pós-Pandemia
Organização teatromosca
9 de setembro 2024
Organização teatromosca
9 de setembro 2024
Consulte o arquivo do teatromosca aqui
[Projetos que ficaram nas gavetas e nos discos rígidos ...]
- O Ballet do Palácio dos Ossos de Charles Bukowski - ideia de Paulo Campos dos Reis, 2001.
- Sports Play de Elfriede Jelinek - ideia de Francisco Luís Parreira, 2004.
- Maquina de Hablar de Victoria Szpunberg, 2007.
- Pit-Bull de Lionel Spychwer, 2012.
- Projeto Refugiados, 2012.
- FRAGILE, 2012.
- Meridiano de Sangue, a partir do romance homónimo de Cormac McCarthy. Seria o terceiro andamento da Trilogia Norte Americana, 2015.
[em atualização]
[Livro teatromosca 1999 - 2030]
Livro comemorativo dos 25 anos do teatromosca e com informação sobre os próximos projetos da companhia até 2030...
Booklet with info about the first 25 years of teatromosca and the company's next projects until 2030...
Booklet with info about the first 25 years of teatromosca and the company's next projects until 2030...









































